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	<title>Viver com a diabetes</title>
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	<description>Menino diabetico vive a sua vida normalmente</description>
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		<title>Viver com a diabetes</title>
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		<title>Cesarianas deixam bebes 20% mais vulneráveis ao diabetes tipo 1</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 15:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestantes que optam pela cesariana na hora de dar à luz oferecem ao bebê 20% mais chances de desenvolver diabetes tipo 1. É o que indica uma pesquisa feita por estudiosos da Queen´s Univesity, na Irlanda do Norte. A pesquisa publicada na revista científica PubMed foi baseada na revisão de 20 estudos sobre crianças nascidas por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=306&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Gestantes que optam pela cesariana na hora de dar à luz oferecem ao bebê 20% mais chances de desenvolver diabetes tipo 1. É o que indica uma pesquisa feita por estudiosos da Queen´s Univesity, na Irlanda do Norte.</p>
<p>A pesquisa publicada na revista científica PubMed foi baseada na revisão de 20 estudos sobre crianças nascidas por cesariana que sofrem de diabetes tipo 1, aquele que está ligado a uma auto-imunização do organismo às células beta do pâncreas.</p>
<p>Os resultados indicam que este tipo de parto contribui para um aumento de 20% no risco do bebê se tornar diabético. O risco normal de um bebê desenvolver o diabetes tipo 1 é de três para cada mil crianças.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que o aumento não pôde ser explicado por nenhum outro motivo, como peso da criança no nascimento, idade da mãe, diabetes na gestação ou aleitamento materno. É provável, então, que esse aumento ocorra porque os bebês nascidos por cesariana são expostos primeiro à bactéria proveniente do hospital, e não da mãe.</p>
<p>Ainda são necessárias mais pesquisas na área para descobrir a relação entre a cesariana e o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 1. Os estudiosos, no entanto, aconselham as mães a levarem esse risco em consideração na hora de escolher o tipo de parto.</p>
<p><strong>Brasil é recordista em cesarianas</strong><br />
O Brasil já ocupa o posto de recordista na realização de cesariana. Dos partos realizados aqui, 30% são cesarianas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o índice não ultrapasse os 15%. Os médicos não discordam das utilidades deste tipo de técnica, o que se questiona é o uso desnecessário dela.</p>
<p>Em alguns casos, a cirurgia é de fato obrigatória. A ginecologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, Albertina Duarte, esclarece que a cesariana é indicada em qualquer situação de risco à mãe ou ao bebê, como pré-eclâmpsia, eclâmpsia, diabetes descompensado, deslocamento de placenta ou mãe portado do HIV.</p>
<p>Para mulheres com ossos da bacia estreitos, que estão esperando bebê com mais de 4 quilos ou posicionado inadequadamente no útero, também não existem dúvidas sobre a indicação de cesariana. &#8220;O médico que está acompanhando a gravidez da mulher sempre será o mais indicado para dizer qual é o procedimento mais adequado&#8221;, explica a especialista do HC.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: portaldiabetes.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/306/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=306&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Crianças e Jovens &#8211; Abono majoração</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/25/criancas-e-jovens-abono-majoracao/</link>
		<comments>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/25/criancas-e-jovens-abono-majoracao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 13:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[abono]]></category>
		<category><![CDATA[defeciencia]]></category>
		<category><![CDATA[majoracao]]></category>
		<category><![CDATA[seguranca social]]></category>

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		<description><![CDATA[Crianças e Jovens &#8211; Crianças e jovens com deficiência Direcção-Geral da Segurança Social PRESTAÇÕES POR DEFICIÊNCIA E DEPENDÊNCIA concedidas a crianças e jovens: 1. ATRAVÉS DO REGIME GERAL DE SEGURANÇA SOCIAL Mantém-se em vigor o regime de protecção previsto no Decreto-Lei n.º 133-B/97, de 30 de Maio, no que diz respeito às prestações a seguir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=303&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;">Crianças e Jovens &#8211; Crianças e jovens com deficiência</h2>
<p style="text-align:justify;"><img src="http://www2.seg-social.pt/preview_images.asp?r=9916&amp;m=GIF" alt="Produtor de conteúdo" /></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Direcção-Geral da Segurança Social" href="http://www2.seg-social.pt/left.asp?05.08">Direcção-Geral da Segurança Social</a></p>
<p style="text-align:justify;">PRESTAÇÕES POR DEFICIÊNCIA E DEPENDÊNCIA concedidas a crianças e jovens:</p>
<p style="text-align:justify;">1. ATRAVÉS DO REGIME GERAL DE SEGURANÇA SOCIAL</p>
<p style="text-align:justify;">Mantém-se em vigor o regime de protecção previsto no Decreto-Lei n.º 133-B/97, de 30 de Maio, no que diz respeito às prestações a seguir indicadas:</p>
<p style="text-align:justify;">Bonificação do Abono de Família para Crianças e Jovens Portadores de Deficiência com majoração nas famílias monoparentais</p>
<p style="text-align:justify;">Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial</p>
<p style="text-align:justify;">Subsídio Mensal Vitalício</p>
<p style="text-align:justify;">Subsídio por Assistência de 3.ª Pessoa</p>
<p style="text-align:justify;">CONDIÇÕES GERAIS DE ATRIBUIÇÃO DAS PRESTAÇÕES</p>
<p style="text-align:justify;">Relativas ao BENEFICIÁRIO:</p>
<p style="text-align:justify;">- Existência de registo de remunerações, em nome do beneficiário, nos 12 meses que precedem o 2.º mês, anterior ao da data de entrega do requerimento, ou da verificação do facto determinante da concessão.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta condição não é exigida aos pensionistas. Estão incluídos os titulares de pensões por riscos profissionais com incapacidade permanente, igual ou superior a 50%.</p>
<p style="text-align:justify;">Relativas à CRIANÇA/JOVEM:</p>
<p style="text-align:justify;">- Estar a cargo do beneficiário;</p>
<p style="text-align:justify;">- Não exercer actividade profissional abrangida por regime de protecção social obrigatório.</p>
<p style="text-align:justify;">Para efeito da atribuição das prestações, consideram-se a cargo do beneficiário os seguintes familiares, que com ele vivam em comunhão de mesa e habitação:</p>
<p style="text-align:justify;">- Descendentes solteiros;</p>
<p style="text-align:justify;">- Descendentes e ascendentes casados, com rendimentos inferiores ao dobro do valor da Pensão Social;</p>
<p style="text-align:justify;">- Descendentes e ascendentes viúvos, divorciados ou separados de pessoas e bens com rendimentos inferiores ao valor da Pensão Social.</p>
<p style="text-align:justify;">CONDIÇÕES ESPECIAIS DE ATRIBUIÇÃO DAS PRESTAÇÕES</p>
<p style="text-align:justify;">BONIFICAÇÃO DO ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA</p>
<p style="text-align:justify;">Ao Abono de Familia para Crianças e Jovens é acrescida uma bonificação, no caso de descendentes de beneficiários, portadores de deficiência, com idade inferior a 24 anos e que se encontrem numa das seguintes situações:</p>
<p style="text-align:justify;">- Frequentem ou estejam internados em estabelecimento especializado de reabilitação ou estejam em condições de frequência ou de internamento;</p>
<p style="text-align:justify;">- Necessitem de apoio individualizado pedagógico e/ou terapêutico específico.</p>
<p style="text-align:justify;">Majoração da Bonificação</p>
<p style="text-align:justify;">Ao valor da Bonificação do Abono de Família para Crianças e Jovens portadores de deficiência é acrescida de uma majoração de 20%, se os titulares da bonificação estiverem inseridos em agregados familiares monoparentais.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o efeito, consideram-se agregados familiares monoparentais, aqueles que são constituídos por titulares do Abono de Família para Crianças e Jovens e por mais uma única pessoa, parente ou afim em linha recta ascendente até ao 3.º grau, ou em linha colateral, maior até ao 3.º grau, adoptante, tutor ou a pessoa a quem o requerente esteja confiado por decisão judicial ou administrativa de entidades ou serviços legalmente competentes para o efeito.</p>
<p style="text-align:justify;">Considera-se parente até ao 3.º grau:</p>
<p style="text-align:justify;">•Em linha recta ascendente: pai, mãe, avó, avô, bisavô e bisavó</p>
<p style="text-align:justify;">•Em linha colateral irmão, irmã, sobrinho, sobrinha tio e tia.</p>
<p style="text-align:justify;">SUBSÍDIO POR FREQUÊNCIA DE ESTABELECIMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL</p>
<p style="text-align:justify;">Atribuído aos descendentes de beneficiários, portadores de deficiência, com idade inferior a 24 anos, que se encontrem numa das seguintes situações:</p>
<p style="text-align:justify;">- Frequentem estabelecimentos de educação especial, particulares, com ou sem fins lucrativos ou cooperativos, tutelados pelo Ministério da Educação e que impliquem o pagamento de mensalidade;</p>
<p style="text-align:justify;">- Tenham apoio educativo individual por entidade especializada;</p>
<p style="text-align:justify;">- necessitem de frequentar estabelecimento particular de ensino regular, após frequência de ensino especial;</p>
<p style="text-align:justify;">- Frequentem creche ou jardim de infância normal, como meio específico de superar a deficiência e de obter, mais rapidamente, a integração social.</p>
<p style="text-align:justify;">SUBSÍDIO MENSAL VITALÍCIO</p>
<p style="text-align:justify;">Atribuído aos descendentes de beneficiários, maiores de 24 anos, portadores de deficiência de natureza física, orgânica, sensorial, motora ou mental, que os impossibilite de assegurar a sua subsistência através do exercício de uma actividade profissional.</p>
<p style="text-align:justify;">O COMPLEMENTO EXTRAORDINÁRIO DE SOLIDARIEDADE é uma prestação pecuniária, mensal, concedida por acréscimo ao montante do Subsídio Mensal Vitalício.</p>
<p style="text-align:justify;">SUBSÍDIO POR ASSISTÊNCIA DE 3.ª PESSOA</p>
<p style="text-align:justify;">Atribuído aos descendentes de beneficiários que:</p>
<p style="text-align:justify;">- Sejam titulares do Abono de Família para Crianças e Jovens, com BONIFICAÇÃO por deficiência ou do Subsídio Mensal Vitalício;</p>
<p style="text-align:justify;">- Dependam e tenham efectiva assistência de 3.ª pessoa de, pelo menos, 6 horas diárias, para assegurar as suas necessidades básicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Este subsídio não é atribuído nos casos em que a assistência permanente seja prestada em estabelecimentos de saúde ou de apoio social, oficial ou particular sem fins lucrativos, financiados pelo Estado ou por outras pessoas colectivas de direito público ou de direito privado e de utilidade pública.</p>
<p style="text-align:justify;">2. ATRAVÉS DO REGIME NÃO CONTRIBUTIVO</p>
<p style="text-align:justify;">Mantém-se em vigor o regime de protecção previsto no Decreto-Lei n.º 133-C/97, de 30 de Maio, no que diz respeito às seguintes prestações:</p>
<p style="text-align:justify;">Bonificação do Abono de Família para Crianças e Jovens Portadores de Deficiência com majoração nas famílias monoparentais</p>
<p style="text-align:justify;">Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial</p>
<p style="text-align:justify;">Subsídio por Assistência de 3.ª Pessoa</p>
<p style="text-align:justify;">CONDIÇÕES DE ATRIBUIÇÃO DAS PRESTAÇÕES</p>
<p style="text-align:justify;">Para além das condições especiais acima indicadas relativamente a cada estas prestações, as crianças e jovens devem preencher, por si ou pelos seus agregados familiares, uma das seguintes condições de recurso:</p>
<p style="text-align:justify;">- Rendimentos ilíquidos mensais iguais ou inferiores a 40% do valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS)*, desde que o rendimento do respectivo agregado familiar não seja superior a 1,5 vezes aquele indexante;</p>
<p style="text-align:justify;">- Rendimento do agregado familiar, por pessoa, não superior a 30% do valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS)* e estar em situação de risco ou disfunção social.</p>
<p style="text-align:justify;">* Valor do IAS em 2009 e 2010 &#8211; € 419,22</p>
<p style="text-align:justify;">Atenção: Não é exigida Condição de Recursos para atribuição do Subsídio por Frequência de Estabelecimento de Educação Especial.</p>
<p style="text-align:justify;">REQUERIMENTO</p>
<p style="text-align:justify;">As prestações são requeridas:</p>
<p style="text-align:justify;">- No prazo de 6 meses, a contar do mês seguinte à data do facto que determine a sua atribuição;</p>
<p style="text-align:justify;">- Nos serviços da Segurança Social;</p>
<p style="text-align:justify;">- Em impresso de modelo próprio, com os documentos de prova nele indicados.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/303/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=303&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Diabetes tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/21/diabetes-tipo-1-esta-a-aumentar-em-idades-cada-vez-mais-jovens/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 14:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens, surgindo anualmente cerca de 40 crianças com menos de quatro anos com a doença, alertou o coordenador nacional da diabetes.   As previsões apontam para que em 2020, em relação a 2005, a incidência de diabetes tipo 1 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=297&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">
<blockquote><p><a href="http://vivercomadiabetes.files.wordpress.com/2011/10/3182741.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-300" title="318274" src="http://vivercomadiabetes.files.wordpress.com/2011/10/3182741.jpg?w=300&#038;h=198" alt="" width="300" height="198" /></a>O número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens, surgindo anualmente cerca de 40 crianças com menos de quatro anos com a doença, alertou o coordenador nacional da diabetes.</p></blockquote>
</div>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<div id="main-content">
<div>
<p style="text-align:justify;">As previsões apontam para que em 2020, em relação a 2005, a incidência de diabetes tipo 1 duplique nas crianças com menos de cinco anos, disse à Lusa a endocrinologista Alice Mirante, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala amanhã.</p>
<p>“Era um número nunca antes imaginado ser possível e que coloca um desafio muito grande aos médicos pediatras” e “exige uma estrutura de cuidados extremamente cuidadosa”, defende, por seu turno, o coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida.</p>
<p>Alice Mirante acrescentou que o número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em todas as idades, nomeadamente nas crianças mais jovens, mas “é uma tendência que se verifica em “Portugal e no resto do mundo”.</p>
<p>No entanto, salienta, “as crianças com diabetes tipo 1, especialmente as crianças com menos de cinco anos, são um grupo que nos merece a maior atenção”.</p>
<p>Segundo a médica, os factores relacionados com esta doença são “múltiplos e englobam a susceptibilidade genética ligada às doenças auto-imunes, bem como múltiplos factores ambientais que levam à destruição auto-imune das células beta do pâncreas produtoras de insulina”.</p>
<p>O papel da obesidade infantil ainda não está claramente definido neste tipo da diabetes, mas é fundamental na diabetes tipo 2, que está também a aumentar e em idades cada vez mais jovens, alerta a endocrinologista.</p>
<p>Um estudo realizado em 2009 pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, revela que perto de um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade.</p>
<p>Quanto às medidas que podem ser tomadas para evitar o aparecimento da diabetes tipo 1, Alice Mirante disse que “são difíceis de definir dada a natureza multifactorial da doença”, mas estão em “ampla e intensa investigação”.</p>
<p>“Em todas as crianças, e em particular as crianças com menos de cinco anos, a terapia com infusão subcutânea contínua de insulina (bombas infusoras de insulina) é o tratamento ideal desde o início da doença”, explicou.</p>
<div style="text-align:justify;">
<blockquote><p>O número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em idades cada vez mais jovens, surgindo anualmente cerca de 40 crianças com menos de quatro anos com a doença, alertou o coordenador nacional da diabetes.</p></blockquote>
</div>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<div id="main-content" style="text-align:justify;">
<div>
<p>As previsões apontam para que em 2020, em relação a 2005, a incidência de diabetes tipo 1 duplique nas crianças com menos de cinco anos, disse à Lusa a endocrinologista Alice Mirante, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, que se assinala amanhã.</p>
<p>“Era um número nunca antes imaginado ser possível e que coloca um desafio muito grande aos médicos pediatras” e “exige uma estrutura de cuidados extremamente cuidadosa”, defende, por seu turno, o coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida.</p>
<p>Alice Mirante acrescentou que o número de crianças com diabetes tipo 1 está a aumentar em todas as idades, nomeadamente nas crianças mais jovens, mas “é uma tendência que se verifica em “Portugal e no resto do mundo”.</p>
<p>No entanto, salienta, “as crianças com diabetes tipo 1, especialmente as crianças com menos de cinco anos, são um grupo que nos merece a maior atenção”.</p>
<p>Segundo a médica, os factores relacionados com esta doença são “múltiplos e englobam a susceptibilidade genética ligada às doenças auto-imunes, bem como múltiplos factores ambientais que levam à destruição auto-imune das células beta do pâncreas produtoras de insulina”.</p>
<p>O papel da obesidade infantil ainda não está claramente definido neste tipo da diabetes, mas é fundamental na diabetes tipo 2, que está também a aumentar e em idades cada vez mais jovens, alerta a endocrinologista.</p>
<p>Um estudo realizado em 2009 pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, em parceria com a Plataforma Nacional Contra a Obesidade, revela que perto de um terço das crianças portuguesas entre os dois e os cinco anos estão em estado de pré-obesidade ou obesidade.</p>
<p>Quanto às medidas que podem ser tomadas para evitar o aparecimento da diabetes tipo 1, Alice Mirante disse que “são difíceis de definir dada a natureza multifactorial da doença”, mas estão em “ampla e intensa investigação”.</p>
<p>“Em todas as crianças, e em particular as crianças com menos de cinco anos, a terapia com infusão subcutânea contínua de insulina (bombas infusoras de insulina) é o tratamento ideal desde o início da doença”, explicou.</p>
<p>Em Portugal, à semelhança do que sucede noutros países europeus, devem ser equacionadas medidas para possibilitar a introdução deste tratamento desde o início da diabetes na criança, defendeu Alice Mirante.</p>
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<p style="text-align:justify;">Em Portugal, à semelhança do que sucede noutros países europeus, devem ser equacionadas medidas para possibilitar a introdução deste tratamento desde o início da diabetes na criança, defendeu Alice Mirante.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Publico</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
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<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/297/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=297&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Diabéticos, em 2014, finalmente teremos a injecção sem agulhas ?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[agulhas]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[insulina]]></category>
		<category><![CDATA[picada]]></category>
		<category><![CDATA[seringa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sistema de auto-aplicação ajudará na adoção de medicamentos baseados em compostos biológicos, que não podem ser tomados por via oral porque não suportam a passagem pelo estômago. [Imagem: CrossJect] Injeções sem agulha Injeções sem agulhas estão entre aquelas promessas nunca cumpridas da tecnologia, apesar das montanhas de dinheiro colocadas em pesquisas por grandes empresas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=291&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td align="left"><img src="http://www.diariodasaude.com.br/news/imgs/zeneo-1.jpg" alt="Injeção sem agulhas" align="left" /></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" valign="top">Um sistema de auto-aplicação ajudará na adoção de medicamentos baseados em compostos biológicos, que não podem ser tomados por via oral porque não suportam a passagem pelo estômago. [Imagem: CrossJect]</p>
<p><strong>Injeções sem</strong> <strong>agulha</strong></p>
<p>Injeções sem agulhas estão entre aquelas promessas nunca cumpridas da tecnologia, apesar das montanhas de dinheiro colocadas em pesquisas por grandes empresas do mundo todo.</p>
<p>Mas isto agora pode mudar, graças a um grupo de cientistas da França e da Alemanha, financiados pelo programa Eurostars.</p>
<p>Eles fundaram uma empresa, a CrossJect, que promete colocar as primeiras injeções sem agulha no mercado em 2014.</p>
<p>Não parece ser sem motivo que a novidade demorou tanto para surgir: o produto está baseado em nada menos do que 26 inovações diferentes e 370 patentes requeridas em todo o mundo.</p>
<p><strong>Pressão variável</strong></p>
<p>O princípio da injeção parece ser simples demais para não ter sido inventado antes.</p>
<p>O líquido é aplicado por pressão. Para isso, a pele deve ser &#8220;aberta&#8221; microscopicamente, para não gerar ativações nervosas que poderiam resultar em dor.</p>
<p>Segundo os cientistas, o segredo está em uma variação de pressão, que começa elevada e vai declinando levemente, para garantir que todo o líquido seja introduzido sob a pele.</p>
<p>Tentativas anteriores usavam molas ou gás comprimido, mas o resultado era que, ou a pele não se abria o suficiente para a injeção do medicamento, ou o medicamento não era totalmente introduzido.</p>
<p>A tecnologia da CrossJect também usa gás, mas controlado de forma a variar a pressão em conformidade com cada passo da aplicação do medicamento.</p>
<p><strong>Auto-aplicação de injeção</strong></p>
<p>Os cientistas-empresários afirmam que a inovação vai muito além dos benefícios àquelas pessoas que têm fobia de agulhas.</p>
<p>Com o envelhecimento crescente da população, os médicos avaliam que a auto-injeção é a saída para diminuir os custos e melhorar o atendimento médico dos pacientes idosos, que poderão se medicar sem sair de casa.</p>
<p>Mas a aplicação de uma injeção com agulha ainda tem seus riscos, e não pode ser recomendada para a população em geral. O grupo espera que seu aparelho resolva este problema.</p>
<p>Um sistema de auto-aplicação também ajudará na adoção de medicamentos baseados em compostos biológicos, que não podem ser tomados por via oral porque não suportam a passagem pelo estômago.</p>
<p><strong>Fobia, dor e dinheiro</strong></p>
<p>Mas o grande apelo aos pacientes deverá ser mesmo a fobia e a dor. Se eliminar realmente a dor, talvez o investimento se pague.</p>
<p>A empresa espera começar vendendo 150 milhões de &#8220;seringas sem agulha&#8221; em 2014 &#8211; uma parcela pequena do mercado atual de 12 bilhões de seringas com agulha por ano.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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	</item>
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		<title>Diabetes no contexto familiar</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/19/diabetes-no-contexto-familiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os pais]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>
		<category><![CDATA[pais.]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenvolvimento da psicologia, da sociologia, da medicina preventiva, entre outras, salientou a relevância do homem ser visto de forma holística, isto é: corpo, mente e emoções — formando uma unidade. O ser humano passou a ser interpretado e compreendido como um todo, inserido num contexto ambiental que o influencia diretamente. Daí a importância das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=289&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O desenvolvimento da psicologia, da sociologia, da medicina preventiva, entre outras, salientou a relevância do homem ser visto de forma holística, isto é: corpo, mente e emoções — formando uma unidade. O ser humano passou a ser interpretado e compreendido como um todo, inserido num contexto ambiental que o influencia diretamente. Daí a importância das atitudes familiares como representante fundamental do ambiente em que se desenvolve uma criança.</p>
<p>A primeira aprendizagem social da criança ocorre em casa e as experiências iniciais com a família, sobretudo os elos com a mãe, que são antecedentes decisivos para as relações posteriores.</p>
<p>Identificando-se com os pais, as crianças adquirem muito dos seus modos de pensar e sentir. Além disso, como os pais são representantes de sua cultura, a identificação fornece a elas habilidades, atitudes, motivos, ideais, valores, tabus e princípios morais.</p>
<p>Durante o processo de amadurecimento, a criança continua a identificar-se com seus pais e adquire, cada vez mais, as características dos mesmos. No entanto, ela vai descobrindo novos modelos de identificação como, por exemplo, colegas, professores, profissionais de saúde, figuras públicas, etc — ampliando seu mundo social.</p>
<p>É sabido que, tanto no momento do diagnóstico, quanto no decorrer do tratamento, os sentimentos dos pais frente ao diabetes irão desempenhar importante papel nas reações da criança com a doença. Isto quer dizer que as atitudes familiares irão influenciar de maneira direta e decisiva no comportamento da aceitação, ou não, do diabetes pelo jovem.</p>
<p>A família vive intensos ajustes emocionais, situação que ativa os sentimentos de ambivalência, gerando angústia e culpabilidade, o que resulta em uma atitude freqüente de excessiva permissividade para com a criança, o que eventualmente poderá ser explorada por ela para manipular situações em seu benefício.</p>
<p>Os pais superprotetores que se mostram demasiadamente preocupados com o bem estar do filho, fechando-o em casa, impedindo-o de exercer as atividades naturais de sua idade, representam, também, a expressão indireta de sentimento de culpa e ansiedade, podendo acarretar em prejuízo para o desenvolvimento normal da criança, gerando ansiedade, medo e insegurança no jovem, o que contribui para a formação de uma personalidade passivo-dependente.</p>
<p>Adotar uma atitude de controle perfeccionista frente ao diabetes do filho poderá acarretar na criança um comportamento obsessivo-compulsivo ou, pelo contrário, de rebeldia contra os planos terapêuticos que envolvem o adequado tratamento do diabetes.</p>
<p>Existe, ainda, famílias que negam o diabetes a ponto de se recusarem a contar que o filho é portador. A atitude de rejeição ao diabetes gera, muitas vezes, o descuido com a criança, o desinteresse pelo tratamento, criando um ambiente no qual o jovem se sente rejeitado, inferiorizado — resultando em comportamentos de revolta e fracasso em relação ao tratamento.</p>
<p>Parece que tanto para os pais, como para a criança, faz mais sentido ver que o diabetes não desequilibrou a estrutura familiar, mas, sim, pôde permitir que a família se adaptasse gradualmente.</p>
<p>Concluímos, portanto, que a posição dos pais em relação ao diabetes do filho irá desenvolver semelhante postura, seja de aceitação ou não aceitação. Assim, podemos observar que o diabetes é mais bem aceito e melhor controlado por crianças e adolescentes cujos pais desenvolveram uma conduta positiva em relação à rotina imposta pelo tratamento, pois souberam lidar com o sentimento de culpa e administraram de forma real suas ansiedades.</p>
<p>Cabe aos pais se mostrarem compreensivos, ajudando seus filhos a resolver as dificuldades que vão surgindo, com naturalidade, sem transformar o diabetes em um “bicho de sete cabeças” e, logo que possível, ir transferindo para a criança a responsabilidade pelo seu tratamento, facilitando, desta forma, o processo de independência inerente a todo ser humano.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Rosana Manchon</strong><strong><br />
</strong><em>Psicóloga Clinica com experiência de 21 anos em Diabetes</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Fonte: portaldiabetes.com.br</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/289/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=289&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Diabetes infantil &#8211; Aspectos psicológicos</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/14/285/</link>
		<comments>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/14/285/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os pais]]></category>

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		<description><![CDATA[A criança aceita as limitações do diagnóstico por ser ainda o centro das atenções e, muitas vezes, superprotegida pelos pais. Só com o tempo a criança percebe que limitações, como comer doce, cuidados com os pés, aplicação da insulina diariamente, são irreversíveis. Para a criança é difícil associar a picada da agulha à obtenção de bem-estar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=285&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.portaldiabetes.com.br/images/artigos/criancas_diabetes_maior.jpg" alt="Diabetes Infantil" align="left" /></p>
<p style="text-align:justify;">A criança aceita as limitações do diagnóstico por ser ainda o centro das atenções e, muitas vezes, superprotegida pelos pais. Só com o tempo a criança percebe que limitações, como comer doce, cuidados com os pés, aplicação da insulina diariamente, são irreversíveis. Para a criança é difícil associar a picada da agulha à obtenção de bem-estar físico. Assim, o diabetes é sentido como punição, ou seja, a injeção adquire conotação de &#8220;castigo&#8221; por algo feito. Os pais, por outro lado, no momento do diagnóstico, acabam sentindo-se culpados, por acreditarem haver transmitido o diabetes para o filho, e neste caso, tendem a relacionar o diabetes com transmissão genética, como se tivessem &#8220;gerado errado o filho&#8221;.</p>
<p>Na evolução da doença, é importante ressaltar que tanto os pais quanto a criança passam por algumas fases bem características:</p>
<p><strong>Negação</strong>: agem como se não existisse o diagnóstico, ou seja, continuam com os mesmos hábitos alimentares, não fazem uso da insulina, alegando uma série de justificativas, atuam como se estivessem com total saúde.</p>
<p><strong>Revolta</strong>: surge quando os sintomas da primeira fase se intensificam. Tendem a apresentar atitudes de rebeldia e um constante questionamento de &#8220;por que comigo?&#8221;, fazem comparações com outras pessoas e um mau controle metabólico.</p>
<p><strong>Barganha</strong>: nesta fase se faz pressente a busca de &#8220;processos mágicos&#8221; para garantir a cura, tais como &#8220;chás contra diabetes&#8221;, pílulas miraculosas&#8221;, &#8220;garrafadas&#8221; e simpatias, ou fazem o controle da doença de forma compulsiva. visando recompensa.</p>
<p><strong>Aceitação</strong>: é uma transformação gradativa no comportamento, que gera conscientização e adaptação em relação à doença, levando a uma responsabilidade pelo seu estado geral.</p>
<p>Em todas estas fases, cabe ao profissional conscientizar o paciente e/ou a família a respeito desses fatores, no sentido de encaminhar o tratamento para um controle saudável.</p>
<p>Estas fases são dinâmicas, podendo ser alternadas, até a elaboração.</p>
<p>Observa-se, também, que a forma como os pais lidam com o diagnóstico acaba sendo determinante na aceitação da doença. Pais que se sentem muito ansiosos frente à doença acabam vivenciando inseguranças e angústia, e em função disto, tendem a agir com seus filhos de forma permissiva: às vezes o doce é permitido, como uma forma de compensar a ansiedade dos pais; ou, se o filho não quiser tomar insulina, por insegurança, os pais acabam aceitando as transgressões do tratamento. Com o passar do tempo, a criança vai percebendo que pode fazer &#8220;uso&#8221; do diabetes para a obtenção de coisas. Por exemplo, passar mal torna-se um meio de ter determinado carinho ou coisa material, e com isso, manipula os pais e as demais pessoas com a doença. Isto é o que se chama &#8220;ganho secundário da doença&#8221;. Por outro lado, se os pais tomam atitudes superprotetoras, acabam por impedir o filho de exercer atividades normais, o que gera muita insegurança.</p>
<p><strong><em>Diabetes na adolescência</em></strong></p>
<p>Na adolescência existem transformações físicas e emocionais características; é um período de revisão e questionamento dos valores, momento de instauração da identidade. Com o diabetes, esses conflitos se intensificam e a doença, aqui, é vista como repressora: para o adolescente, qualquer atitude contrária a esses novos valores, que ainda são confusos para o próprio jovem, é visto como autoritarismo, algo que o reprime e impede. Neste contexto, o diabetes é sentido como algo que muda sua vida e o discrimina das outras pessoas.</p>
<p>É comum o adolescente com diabetes desafiar a doença: em vez de tomar duas doses de insulina prescritas, toma apenas uma &#8220;para ver o que acontece&#8221;. Se não estiver conscientizado, o adolescente poderá também usar o diabetes para agredir as pessoas, especialmente os pais, imputando a eles a responsabilidade do tratamento, mesmo que haja algumas complicações agudas, tais como hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue) ou hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue). Isso não garante um controle adequado, pois é próprio do adolescente sentir que &#8220;pode tudo&#8221; (atitude onipotente): arrisca, na medida em que se sente &#8220;tolhido&#8221; pela doença.</p>
<p>Também apresentam-se como vítimas do meio e a enfermidade pode justificar sua incapacidade, indecisão e falta de êxito. Dunbar observou que os pacientes diabéticos jovens imputam ao médico sua falta de cooperação, baseada em uma &#8220;docilidade&#8221;, ou culpam o médico ou as circunstâncias da vida pelo fracasso do controle metabólico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;" align="center">A vivência de uma doença crônica como o diabetes, pelo paciente e pela família, vai depender de vários fatores, como sexo, idade, vivência pessoal, que resultarão em uma dinâmica de reações frente às diversidade.</p>
<p style="text-align:justify;" align="center">Sabe-se que não é o diabetes que determina o tipo de personalidade, mas sim como cada pessoa com determinado tipo de personalidade lida com a doença. Por exemplo, pessoas com personalidade mais depressiva tendem a encarar a doença de forma autocomiserativa; pessoas com características mais saudáveis tendem a um autocontrole maior.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong></strong></em><em><strong>A família<br />
</strong></em>Muitas vezes o diabetes atua como exacerbador de todas as deficiências e conflitos familiares, sendo o portador depositário dessas dificuldades e frustrações. O diabetes atuaria como um agente de alteração na homeostase familiar. Famílias com padrões e estruturas muito rígidas tendem a lidar com a doença e com o paciente da mesma forma, ou seja, não permitem determinadas condutas ou ações do filho diabético, alegando riscos.</p>
<p>Muitas vezes, na fase da revolta do paciente, as família não conseguem lidar com isso e assumem a agressividade como sendo dirigida a eles (família), quando na verdade não o é. Isto torna o controle da doença muito prejudicado. Além disso, pais com pouca informação e com distorções sobre a doença tendem a produzir ansiedade, que passam para o paciente.</p>
<p>A rejeição dos pais em relação à doença pode acabar fazendo com que o doente a use para obter a atenção destes. Pais com uma dinâmica de medo e culpa tendem a restringir o paciente, prejudicando o desenvolvimento da sua personalidade. Observa-se também que atitudes superprotetoras levam o paciente a depender excessivamente da família. A preocupação constante dos pais refere-se a aplicação de insulina, ao futuro em relação à saúde, ao que pode ou não fazer, à dieta, às atividades físicas. Minuchim ao falar das famílias psicossomáticas relata: famílias com ausência de resolução de conflitos mostram distância entre os membros, mas, ao mesmo tempo, estabelecem um vínculo simbiótico, ficando o paciente como um depositário das neuroses familiares. Relata ainda que o sistema familiar tem propriedades de autoperpetuação. Isto significa que os vínculos que são modificados pela psicoterapia são mantidos um vez produzida uma mudança na família. É importante um trabalho educativo e psicoterápico também com a família, de forma que o vínculo paciente/doença/família seja resolvido de forma adaptativa e consciente. Na evolução da doença, é importante ressaltar que tanto os pais como a criança passam por algumas fases bem características. Em todas elas, cabe ao profissional conscientizar o paciente e/ou a família, no sentido de encaminhar o tratamento para um controle saudável. <strong>(<em>JSF</em></strong><strong>) .</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Portaldiabetes.com.br</p>
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			<media:title type="html">Diabetes Infantil</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Pais, parentes e crianças diabéticas</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os pais]]></category>

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		<description><![CDATA[O diabetes infantil é uma das doenças crônicas mais exigentes a nível psicológico, social e físico, obrigando a muitas adaptações por parte da criança diabética, dos seus pais, irmãos, e da família enquanto um todo. A maior dificuldade que enfrentam os pais de uma criança diabética, logo a partir do diagnóstico, é a de viverem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=283&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O diabetes infantil é uma das doenças crônicas mais exigentes a nível psicológico, social e físico, obrigando a muitas adaptações por parte da criança diabética, dos seus pais, irmãos, e da família enquanto um todo.</p>
<p>A maior dificuldade que enfrentam os pais de uma criança diabética, logo a partir do diagnóstico, é a de viverem um estado de receio constante, ou seja, desde o momento do diagnóstico que os pais sentem que nunca mais estarão totalmente descansados, que este novo receio estará sempre e para sempre presente. O receio constante vai diminuindo de intensidade com o tempo, tornando-se novamente mais forte quando existe uma nova crise, e influência toda a forma como os pais vivem a sua vida e a do seu filho, como pensam o dia-a-dia e o futuro, influenciando assim todos os seus atos e decisões.</p>
<p>As principais razões para que aconteça este estado de receio constante são certas características do diabetes infantil e das novas exigências que esta traz aos pais.</p>
<p>Uma destas características é a imprevisibilidade da doença. De fato, por muito cuidado que os pais tenham em seguir todas as prescrições médicas, por vezes os valores de glicose no sangue alteram-se sem explicação, entrando a criança em estado de hipo ou hiperglicemia, às vezes sem sinais visíveis de que tal está a acontecer. Assim, esta imprevisibilidade pode levar a um sentimento de impotência e dificultar a adaptação dos pais à doença, dando lugar a um sentimento de desconforto e insegurança quando não estão próximos da criança. Um recurso importante para os pais conseguirem suportar melhor esta angústia ligada à separação, e para que possam oferecer à criança uma vida o mais normal possível, é o apoio de terceiros, que implica a existência de pessoas exteriores à família nuclear (por exemplo: avós, professores) que saibam lidar com as necessidades acrescidas da criança e em quem os pais confiem para tomar conta desta quando não estão presentes.</p>
<p><img src="http://www.portaldiabetes.com.br/images/artigos/parenteral_2.gif" alt="" width="65" height="97" align="left" border="5" />Outra característica do diabetes que provoca o estado de receio constante, é a de que exige dos pais um papel de &#8220;pais-enfermeiros&#8221;, já que pressupõe que eles sejam capazes de prestar alguns cuidados de enfermagem à criança. Esta integração do papel de enfermeiro no papel de progenitor é difícil e complexa por duas grandes razões: por um lado porque exige uma grande aprendizagem, não só de novas tarefas, mas também de conhecimentos médicos acerca do que é a diabetes; por outro, porque são os pais que cuidam diariamente da criança. Ora, é suposto ser papel dos pais procurar diminuir ou dar fim ao desconforto e à dor do seu filho, no entanto agora são os pais que, ao prestar os cuidados necessários, levam ao desconforto e à dor. Surge muitas vezes uma dificuldade em administrar os cuidados por medo de magoar a criança, que aumenta com a resistência desta ao tratamento. Os pais podem ter que imobilizar a criança à força para conseguirem injetar a insulina ou picar-lhe o dedo, assim como podem ter que a obrigar a comer.</p>
<p>O fato de estes novos cuidados exigirem, como já foi dito, uma aprendizagem extensa e bastante rigor, leva também a que os pais, de início, tenham medo de errar na administração dos cuidados, nomeadamente de errar na medição da insulina necessária, de não conseguir agir correta e eficazmente face a um episódio de hipo ou de hiperglicemia. Os primeiros momentos de integração do papel de &#8220;pais-enfermeiros&#8221; podem ser de uma tão grande dificuldade que os pais podem sentir-se incompetentes para tratar do seu filho; este sentimento vai sendo ultrapassado, à medida que o tempo passa e que os pais percebem que são capazes de ultrapassar os momentos mais difíceis, voltando então a surgir o sentimento de que são os mais aptos para cuidar daquela criança, são aqueles que a conhecem melhor e que melhor sabem lidar com a seu diabetes.</p>
<p>Ainda uma razão que contribui para o estado de receio constante surge como uma das tarefas essenciais dos pais de uma criança diabética: o ajudar o filho a adaptar-se à doença que tem, e que terá durante toda a sua vida. Esta tarefa é extremamente importante para que este se torne num adulto o mais saudável possível, a nível físico e emocional, que aprenda a prestar ele próprio os cuidados e, ainda mais importante, que aprenda a aceitar-se a si próprio como diabético. Os pais preocupam-se com a adaptação futura da criança, e o nível desta preocupação depende da forma como sentem que a criança se tem adaptado à doença, assim como da sua própria adaptação. Uma outra preocupação que surge, relacionada com a adaptação da criança, é a preocupação com o estigma, de que a criança fique com uma marca social da doença.</p>
<p><img src="http://www.portaldiabetes.com.br/images/artigos/parenteral_3.gif" alt="" width="64" height="98" align="left" border="5" />Os pais preocupam-se em diminuir este estigma, ajudando-a a lidar com as reações menos agradáveis de terceiros, procurando que esta se sinta, o mais possível, uma criança igual às outras. Uma das estratégias que utilizam para ajudar a criança a adaptar-se à doença passa então por salientar aquilo que ela tem de igual às outras crianças, e a capacidade que tem de construir uma vida o mais possível normal, diminuindo a importância que possam ter certas limitações. Outra estratégia utilizada pelos pais é o procurar viver uma vida normal: os pais procuram manter as atividades anteriores da família, procurando que o seu filho leve a cabo atividades comuns às crianças da sua idade, para que se sinta o mais possível integrado.</p>
<p>Quando o casal tem outros filhos, os pais também podem recear que a doença tenha um impacto negativo nestes. O impacto da diabetes nos irmãos pode ser sentido de várias formas, como a diminuição da atenção prestada pelos pais ou as restrições alimentares. Para além de terem sempre a preocupação de não diminuir a atenção prestada ao outro filho, uma das estratégias utilizadas pelos pais pode ser a implicação do irmão nos cuidados, quer ao nível da administração dos cuidados como na vigilância dos sinais da doença, fazendo com que ele não se sinta posto de parte e que compreenda melhor a situação.</p>
<p>Existem fatores que, por outro lado, são muito importantes para que os pais consigam conviver com este estado de receio constante, e para que o consigam reduzir, através de recursos que encontram no seu parceiro ou em médicos.<br />
Um destes fatores é a partilha entre os pais dos cuidados prestados à criança, que pode ser especialmente importante a nível emocional já que, acima de tudo, partilham os medos e preocupações que a doença do seu filho lhes traz. Quando, pelo contrário, não há partilha dos cuidados entre o casal, apenas um dos progenitores (normalmente a mãe) fica encarregue de todos os cuidados que a criança agora exige. Nesta situação, pode acontecer que sinta falta de apoio, podendo mesmo surgir sentimentos de solidão e de revolta em relação ao companheiro.</p>
<p>Um outro fator importante é a satisfação com a assistência médica, que se relaciona com a percepção, no médico, de disponibilidade, de humanidade, de capacidade para ensinar os pais a administrar os cuidados (e a sentirem-se capazes de os administrar, a sentirem-se competentes enquanto pais). O fato de sentirem que os médicos estão lá, a qualquer hora, para os ajudar a resolver qualquer situação, é extremamente importante, especialmente de início, quando os receios dos pais são maiores.</p>
<p>Em conclusão, apesar de todas as dificuldades que surgem com o diabetes, é importante realçar que os pais acabam por desenvolver estratégias, por encontrar fórmulas para resolver cada problema que surge da melhor forma possível, conseguindo que a família encontre um novo equilíbrio.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: APDP</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Em busca da cura&#8230;</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2011/10/14/em-busca-da-cura/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[STANFORD, Califórnia, EUA &#8211; Pesquisadores da Escola da Medicina da Universidade de Stanford identificaram um caminho-chave molecular responsável pela diminuição natural na proliferação de células produtoras do hormônio insulina, que ocorre quando uma pessoa envelhece. Ativar artificialmente esta via, que normalmente não é funcional em adultos, pode ser uma nova forma de combater o diabetes. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=280&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:justify;">STANFORD, Califórnia, EUA &#8211; Pesquisadores da Escola da Medicina da Universidade de Stanford identificaram um caminho-chave molecular responsável pela diminuição natural na proliferação de células produtoras do hormônio insulina, que ocorre quando uma pessoa envelhece. Ativar artificialmente esta via, que normalmente não é funcional em adultos, pode ser uma nova forma de combater o diabetes.</p>
<p style="text-align:justify;">- Estamos esperançosos de que, muito em breve, poderemos ser capazes de manipular esta via molecular de forma terapêutica em seres humanos &#8211; declarou o professor Seung Kim, PhD em biologia do desenvolvimento. Poderemos reativar estas moléculas através de uma droga, que poderia ser injetável. E esta pode ser uma terapia decisiva contra o diabetes.</p>
<p style="text-align:justify;">Kim é o principal autor da pesquisa, que publicada na revista &#8220;Nature&#8221;. O outro autor associado à pesquisa é o também PhD Hainan Chen. Os pesquisadores descobriram que, em cobaias de laboratório, o caminho da produção de insulina é regido pela expressão de uma molécula derivada de plaquetas do receptor do fator de crescimento chamado PDGF. Este receptor diminuiu, ao longo do tempo, nas cobaias, num padrão que se assemelha ao dos seres humanos. Esta redução leva ao decréscimo da proliferação de células beta-pancreáticas, aquelas que produzem insulina para controlar os níveis de açúcar no sangue.</p>
<p style="text-align:justify;">As células beta são encontradas nas ilhotas do pâncreas. Eles são as únicas células do corpo que produzem insulina, hormônio que sinaliza o corpo para remover o açúcar do sangue, após uma refeição, e armazená-lo numa variedade de células. Sem a produção adequada de insulina, os níveis de açúcar no sangue podem tornar-se perigosamente elevados &#8211; uma condição clínica chamada de hiperglicemia &#8211; e causar danos a vários órgãos do corpo, além de levar ao coma ou à morte. O diabetes tipo 1 é causado por uma falha na produção de insulina, diabetes. O tipo 2 é causada por déficits combinados no corpo para responder a esta falha e produzir insulina. Ambos os tipos têm sido associados a reduções das células beta produtoras de insulina.</p>
<p style="text-align:justify;">Experimentos de Kim em cobaias de laboratório mostraram que ativar artificialmente o caminho do PDGF-receptor aumentou o número de células beta do pâncreas nos animais, sem comprometer a sua capacidade de, adequadamente, promover o controle dos níveis de açúcar no sangue. A descoberta é importante porque outros tratamentos tentados anteriormente para estimular o crescimento de células beta levaram à produção de um excesso de insulina e resultaram em um estado perigoso de hipoglicemia.</p>
<p style="text-align:justify;">É sabido, há algum tempo, que a proliferação das células beta no pâncreas, que é robusta em animais recém-nascidos e jovens, diminui dramaticamente com a idade. A expressão de uma molécula conhecida por estar envolvida neste processo, a EZH2, também diminui com o tempo, de maneira similar. No entanto, não era conhecido ainda o fator que controlava mudanças nos níveis de expressão da EZH2 em células beta.</p>
<p style="text-align:justify;">O caminho PDGF regula a proliferação de muitos tipos de células, e é conhecido por afetar as respostas da EZH2. Kim e Chen se perguntaram se o caminho PDGF estaria envolvido em mudanças na expressão da EZH2 e na proliferação das células beta. E descobriram que a expressão de receptores PDGF também foi reduzida nas células das ilhotas pancreáticas de cobaias juvenis, em um padrão semelhante à redução na proliferação das células beta.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando os pesquisadores bloquearam a expressão dos receptores de PDGF em cobaias de laboratório, descobriram que os animais jovens (de 2 a 3 semanas de idade) produziram menos EZH2 e tinham células beta em número significativamente menor do que os animais de controle. Eles também tinham níveis de açúcar no sangue ligeiramente elevados e foram menos eficazes do que os animais de controle no escoamento de açúcar no sangue, quando desafiados com a glicose alta. Animais adultos sem expressão dos receptores de células beta e do caminho PDGF também foram menos capazes do que os seus pares para regenerar as células beta que haviam sido artificialmente danificadas por um composto químico. Eles se tornaram severamente diabéticos após tal tratamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Em contraste, a expressão dos receptores PDGF em ilhotas do pâncreas foi aumentada em cobaias normais tratadas com o mesmo composto, e os animais foram capazes de substituir as células danificadas beta, dentro de, aproximadamente, de três a quatro semanas. Embora esses animais se tornassem moderadamente diabéticos após o tratamento, eles retomaram o controle de seus níveis de açúcar no sangue, após as células foram regeneradas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Quando as células beta foram destruídas com esta toxina, a expressão do receptor PDGF foi induzida &#8211; disse Kim &#8211; e as células beta naturalmente recuperaram-se. Fundamentalmente, as células não enlouqueceram. Elas foram submetidos apenas à proliferação modesta apropriada. Isto é bom porque significa que as células beta permanecem no controle, e não perdem as funções críticas ao crescer.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando os pesquisadores adicionaram a proteína PDGF (que se liga e ativa o receptor PGDF) às células das ilhotas, cultivadas em laboratório, descobriram que as células beta nas ilhotas de jovens (de 3 semanas de idade) cobaias começaram a proliferar. Em contraste, os de cobaias adultas (de sete a nove meses de idade) não responderam porque já não expressavam o receptor PDGF.</p>
<p style="text-align:justify;">Os pesquisadores então criaram uma linhagem de animais de laboratório no qual o receptor PDGF sempre foi ativo em células beta. Quando esses animais tinham 14 meses de idade (meia-idade para cobaias), a taxa de proliferação das células beta foi nove vezes maior do que controles pareados por idade. Apesar do aumento da taxa de crescimento, no entanto, os animais continuaram a regular os seus níveis de açúcar no sangue adequadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">No que é, sem dúvida, o aspecto mais interessante de seu trabalho, Chen e Kim investigaram se um caminho semelhante poderia funcionar em células beta. Para isso, eles obtiveram ilhotas pancreáticas de jovens doadores de órgãos humanos entre as idades de seis meses e seis anos, e compararam os padrões de expressão do receptor PDGF nestas células beta com o de células beta das ilhotas de adultos. Eles não detectaram receptor PDGF nas células beta do adulto, mas encontraram-no prontamente nas células beta das ilhotas de doadores jovens. Experimentos adicionais mostraram que as células beta humanas tinham função semelhante à das células beta no estudo, e sugeriram que pode ser possível regular o crescimento de células humanas de ilhotas beta e expressão de insulina, através da manipulação da ativação e da expressão do receptor PDGF.</p>
<p style="text-align:justify;">- Este trabalho revelou que há alguns caminhos que não foram exploradas em células beta humanas e que estão na base da perda relacionada com a idade de proliferação de células beta &#8211; disse Kim. &#8211; Isso nos dá um apoio para um problema mais vasto:. saber como controlar a proliferação das células beta humana de uma forma terapêutica.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: O Globo</p>
</div>
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		<title>Pâncreas artificial pode ser realidade dentro de quatro anos</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2010/09/27/276/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 21:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa e Estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com este dispositivo os pacientes diabéticos podem tornar-se praticamente independentes 2010-01-14 Este gesto diário pode deixar de ser uma rotina A utilização de pâncreas artificial para melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem de diabetes pode vir a tornar-se realidade dentro de quatro anos. Apesar dos desenvolvimentos tecnológicos já conseguirem proporcionar uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=276&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;">Com este dispositivo os pacientes diabéticos podem tornar-se praticamente independentes</h2>
<div style="text-align:justify;">2010-01-14</div>
<p><em> </em></p>
<div><em><img src="http://www.cienciahoje.pt/files/38/38721.jpg" alt="Este gesto diário pode deixar de ser uma rotina" width="320" height="230" /></em></p>
<div style="text-align:justify;"><em>Este gesto diário pode deixar de ser uma rotina</em></div>
</div>
<p><em>A  utilização de pâncreas artificial para melhorar significativamente a  qualidade de vida das pessoas que sofrem de diabetes pode vir a  tornar-se realidade dentro de quatro anos. Apesar dos desenvolvimentos  tecnológicos já conseguirem proporcionar uma certa autonomia aos  diabéticos, até hoje não há um dispositivo que os torne verdadeiramente  independentes.</em></p>
<p><em>Agora, a Fundação para a Investigação da Diabetes Juvenil (Juvenile  Diabetes Research Foundation International &#8211; JDRF) anunciou  concretização de um acordo com companhias dos Estados Unidos para  desenvolver o primeiro dispositivo deste género.<br />
</em>Os diabéticos que no futuro usufruam da  tecnologia que está em desenvolvimento poderão, de facto, verificar uma  considerável melhoria na sua qualidade de vida. Os controlos diários de  glicose e as injecções de insulina deixarão de fazer parte do seu  quotidiano.</p>
<p>O dispositivo conseguirá fazer tudo sozinho. Terá um detector para medir  os níveis de glicose e uma bomba que proporcionará a quantidade de  insulina que o paciente necessita.</p>
<p>Além dos benefícios no dia-a-dia, o aparelho permite também evitar as  complicações de maior dimensão que podem atingir quem sofre desta  doença, como a insuficiência renal ou a cegueira.</p>
<div><img src="http://www.cienciahoje.pt/files/38/38723.jpg" alt="Já existem dispositivos que proporcionam &lt;br&gt; uma certa autonomia ao paciente" width="230" height="184" /></p>
<div style="text-align:justify;">Já existem dispositivos que proporcionam<br />
uma certa autonomia ao paciente</div>
</div>
<p style="text-align:justify;">Já  existem alguns dispositivos muito sofisticados que se aproximam  bastante desta ideia. Conseguem avisar quando os níveis de glicose estão  fora do normal e mesmo interromper o fornecimento de insulina quando  necessário. No entanto, apenas reduzem a intervenção humana, não a  eliminam, pois o paciente tem de programar a bomba.</p>
<p>O que propõe o novo projecto é a quase completa independência do  sistema. O segredo está no desenvolvimento de um software que consegue  conectar a bomba de glicose ao medidor de insulina. Com esses dados, o  pâncreas artificial pode decidir sozinho como se fosse um órgão vivo.</p>
<p>A Fundação para a Investigação da Diabetes Juvenil vai investir 8  milhões de dólares neste projecto com o objectivo de ter preparada a  primeira geração destes dispositivos para aplicação dentro de quatro  anos, no máximo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/276/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=276&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Complicações Agudas</title>
		<link>http://vivercomadiabetes.wordpress.com/2010/05/06/complicacoes-agudas/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 22:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vivercomadiabetes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diabetes Mellitus]]></category>

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		<description><![CDATA[Hiperglicemia É a elevação dos níveis de glicose no sangue. Muitos não sabem, mas uma glicemia acima de 160 mg/dL, já é considerada como hiperglicemia. Ela acontece, principalmente quando o tratamento medicamentoso se torna insuficiente para sua alimentação e actividade diárias. Principais sinais e sintomas: • fome; • aumento da sede e do volume urinário; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=263&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:medium;"><strong>Hiperglicemia<br />
</strong></span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;"> É  a elevação dos níveis de glicose no sangue. Muitos não sabem, mas uma  glicemia acima de 160 mg/dL, já é considerada como hiperglicemia. Ela  acontece, principalmente quando o tratamento medicamentoso se torna  insuficiente para sua alimentação e actividade diárias.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Principais sinais e sintomas:</strong></span><br />
•  fome;<br />
• aumento da sede e do volume urinário;<br />
• glicosúria  (glicose na urina)<br />
• hálito cetónico (maçã passada);<br />
• desânimo  fraqueza e fadiga;<br />
• dor abdominal;<br />
• náuseas e vómitos;<br />
•  sinais de desidratação;<br />
• coma hiperglicêmica.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Prováveis causas:</strong></span><br />
• doença  intercorrentes (infecções, gripes etc);<br />
• stress físico e  emocional;<br />
• erro alimentar;<br />
• erro no uso do medicamento oral  (dose insuficiente, horário etc) ou na técnica de preparo e  administração de insulina.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Tratamento:</strong></span><br />
•  beber água para prevenir e ou tratar desidratação;<br />
• rever o  tratamento;<br />
• procurar atendimento médico.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;"><strong>Hipoglicemia</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">É a alteração  metabólica e clínica caracterizada pela queda dos níveis de glicemia  abaixo de 70 mg/dL e que se manifesta com variada sintomatologia, de  acordo com a duração e seriedade da mesma.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Classificação  das Hipoglicemias.</strong><br />
</span></p>
<table style="text-align:justify;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="340">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:x-small;">Leve</span></td>
<td><span style="font-size:x-small;">70 &#8211; 50 mg/dL</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:x-small;">Moderada</span></td>
<td><span style="font-size:x-small;">50 &#8211; 30 mg/dL</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-size:x-small;">Severa</span></td>
<td><span style="font-size:x-small;">abaixo de 30 mg/dL, quando necessário  socorro médico</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:small;"><strong>Principais sinais e sintomas:<br />
</strong></span>•  suores, tonturas, palpitações, tremores e palidez;<br />
• sensação de  fraqueza ou de fome;<br />
• dores de cabeça, irritabilidade ou  depressão;<br />
• formigar ao redor da boca e língua;<br />
•  dificuldade em se concentrar, sonolência ou desorientação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Prováveis causas:</strong></span><br />
• excesso de  medicação oral ou insulina;<br />
• aplicar insulina intra-muscular e ou massajar o local após aplicação;<br />
• excesso de actividade física;<br />
•  alimentação insuficiente e ou atrasos nas refeições<br />
• vómitos ou diarreia.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Tratamento:</strong></span><br />
•  ingerir líquidos com açúcar (suco, refrigerante ou água), bombom ou  bala mole;<br />
• descansar alguns minutos até a melhora dos sintomas;<br />
•  realizar teste de glicemia;<br />
• antecipar próxima refeição.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><strong>Em caso de perda de consciência:</strong></span><br />
•  não oferecer nada via oral;<br />
• providenciar atendimento médico.<br />
<span style="font-size:xx-small;"><strong><br />
Fonte: Convivendo com o Diabetes – Roche e  Diabetes sem mistério – BD.</strong></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vivercomadiabetes.wordpress.com/263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vivercomadiabetes.wordpress.com&amp;blog=8450912&amp;post=263&amp;subd=vivercomadiabetes&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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